O Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul notificou a prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes, para que explique quais medidas serão adotadas diante do vencimento dos contratos de manutenção do pavimento asfáltico da Capital.
A cobrança foi feita nesta quarta-feira, 1º de julho, pelo conselheiro Osmar Domingues Jeronymo. A Prefeitura tem prazo de dois dias úteis, até sexta-feira, 3 de julho, para apresentar uma resposta formal.
Os contratos responsáveis pelos serviços de tapa-buraco, recomposição da capa asfáltica e recuperação da estrutura das vias vencem nos dias 24 e 31 de julho.
Sete regiões podem ser afetadas
Os contratos atendem as regiões do Anhanduizinho, Bandeira, Centro, Imbirussu, Lagoa, Prosa e Segredo.
Quatro dessas regiões já estariam com os serviços paralisados após o esgotamento dos recursos previstos nos contratos. A expectativa é que não haja novos aditivos.
Com isso, todas as sete regiões podem ficar sem manutenção asfáltica a partir de julho, caso a Prefeitura não apresente uma nova solução.
TCE quer saber como Prefeitura enfrentará problema
No Ofício GAB.ODJ nº 11/2026, o conselheiro solicita informações sobre as providências adotadas para garantir a continuidade dos serviços e enfrentar os problemas de pavimentação no município.
Osmar Jeronymo é o relator das contas de Campo Grande no TCE-MS.
A notificação ocorre em meio ao aumento das reclamações sobre buracos em ruas e avenidas da cidade.
Buracos aumentam riscos no trânsito
Motoristas relatam dificuldades para circular em diferentes regiões da Capital. Nos dias de chuva, a água encobre os buracos e amplia o risco de acidentes.
Motociclistas e pedestres estão entre os mais expostos. Em alguns pontos, as condições das vias também obrigam motoristas de ônibus a alterar trajetos.
A resposta da Prefeitura deverá esclarecer como será mantido o atendimento após o encerramento dos contratos atuais.
Da Redação
Foto: Assessoria