12 de Ago, 2026
Rose Modesto defende gestão eficiente para fazer recursos chegarem à população de Campo Grande
11 de Ago, 2026

Com um orçamento previsto de cerca de R$ 7 bilhões para 2026, o maior da história de Campo Grande, a cidade ainda enfrenta problemas em áreas básicas como saúde, infraestrutura e manutenção das vias. Para a candidata a deputada federal Rose Modesto, o cenário evidencia que o principal desafio do município não é a falta de recursos, mas a capacidade de transformar o dinheiro público em serviços que cheguem efetivamente à população.

Em entrevista na capital, Rose afirmou que os moradores sentem diariamente os reflexos de uma administração que, segundo ela, precisa ser mais eficiente e preparada para atender às demandas da cidade.

"O problema de Campo Grande não é falta de dinheiro. A arrecadação da cidade cresce ano após ano. O que está faltando é gestão, uma equipe preparada e liderança para fazer o recurso chegar onde a população mais precisa", afirmou.

Rose citou problemas enfrentados pelos moradores, como a situação das ruas, a precariedade da saúde pública e a dificuldade da Prefeitura em oferecer serviços básicos. Segundo ela, esses problemas demonstram que o município precisa de uma administração capaz de estabelecer prioridades, acompanhar a aplicação dos recursos e cobrar resultados.

Na área da saúde, Rose disse receber relatos frequentes de pacientes e profissionais sobre a falta de medicamentos, insumos e condições adequadas de trabalho, apesar do orçamento bilionário destinado ao setor.

"Não é um julgamento leviano. Estou ouvindo quem depende da saúde pública e quem trabalha nela. Com um orçamento desse tamanho, não é aceitável faltar medicamentos básicos e materiais essenciais", destacou.

Segundo a Lei Orçamentária Anual (LOA), a Prefeitura de Campo Grande conta em 2026 com um orçamento de aproximadamente R$ 7 bilhões. A previsão representa um crescimento em relação aos R$ 6,871 bilhões estimados para 2025.

Rose também alertou para a condução da infraestrutura urbana, afirmando que a cidade enfrenta problemas recorrentes com a manutenção das vias e que a população convive diariamente com prejuízos causados pela falta de planejamento.

A presidente do União Brasil em Mato Grosso do Sul e candidata a deputada federal defende que a solução passa por uma gestão que estabeleça prioridades, acompanhe a aplicação dos recursos públicos e entregue resultados concretos para a população.

"Dinheiro é importante, mas sozinho não resolve. O que faz a diferença é uma gestão competente, que saiba planejar, fiscalizar e investir onde realmente melhora a vida das pessoas", concluiu.

Da Redação
Foto: Assessoria




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